Conselho para os ambiciosos jovens de 19 anos

Texto original disponível em: http://blog.samaltman.com/advice-for-ambitious-19-year-olds
Por Sam Altman

Traduzido por Gustavo De Mari Pereira

“Eu sou um ambicioso jovem de 19 anos, o que devo fazer?”

Eu sou perguntado por essa questão frequentemente, e agora eu tenho um monte de dados para falar sobre o que funciona, então eu pensei que deveria compartilhar à minha visão.

Geralmente, pessoas estão decidindo entre entrar na faculdade (e geralmente trabalhar em projetos paralelos enquanto à fazem), entrar em uma empresa ou criar a sua própria startup. [1] [2]

O segredo é que nenhuma dessas alternativas pode ser a resposta correta, e você deve fazer a sua decisão baseada em circunstâncias específicas de cada opção. O ponto crítico é que você quer fazer algo que esteja mais próximo do caminho para você fazer algo importante.

Não importa o que você escolha, crie coisas e esteja cercado de pessoas inteligentes.
“Coisas” podem ser um monte de coisas diferentes — projetos open-source fora da classe, uma startup, um novo processo de vendas na empresa que você trabalha — mas, obviamente, ficar sentado e conversando com seus amigos sobre como vocês deveriam fazer um website juntos não conta.

As melhores pessoas parecem estar criando coisas e se cercando de pessoas inteligentes, então, se você tem de decidir sobre diversas opções, esse pode ser um bom filtro.

Trabalhar em algo bom te levará ao caminho onde coisas boas continuam acontecendo pra você. (De fato, esse efeito é tão forte que há o perigo de ser sugado para diferentes coisas interessantes e se distrair perante as coisas que você realmente quer fazer).

Na tomada dessa decisão, você deve tomar o tipo certo de risco. A maioria das pessoas pensa sobre o risco de uma maneira errônea — por exemplo, continuar na faculdade parece um caminho sem riscos. Porém, não fazer nada durante 4 anos dos seus anos mais produtivos é bastante arriscado.
Começar uma empresa que você está apaixonado é o tipo certo de risco.
Se tornar o funcionário de número 50 em uma empresa é o tipo errado de risco, pois há uma boa chance de falha.

Se você ficar na faculdade, tenha certeza que você aprenderá algo que valha a pena e trabalhe em projetos interessantes — provavelmente, a faculdade é o melhor lugar para encontrar pessoas para trabalhar conosco. Se você está realmente preocupado que você vai perder um pouco de experiência social crítica por abandonar a faculdade, você provavelmente deve ficar.

Se você for entrar em uma empresa, meu conselho geral é que você entre em uma empresa com uma trajetória revolucionária. Geralmente, há um grande número dessas por vez, e elas geralmente são identificáveis para uma pessoa jovem inteligente. Elas possuem uma ótima relação risco/recompensa. Essa empresa é o tipo que será, quase certamente, bem sucedida, mas o resto do mundo não está tão convencido disso como deveria estar. Felizmente, essas empresas amam pessoas novas e ambiciosas. Adicionando, uma pegar uma parte da empresa seria um bom negócio (você deve pegar 1/10 se for uma startup bem recente, mas em 1/100 ou 1/1000 do risco), você trabalhará com muitas pessoas boas, aprenderá como é o sucesso se parece, e ganhará um W no seu histórico (o que se tornará algo bem valioso). Gastar alguns anos em uma empresa que falha traz consequências no caminho, e trabalhar em uma grande empresa bem sucedida significa que você aprenderá muito menos, e provavelmente trabalhará com pessoas menos impressionantes.

Aliás, não deixe que o salário seja um fator. Eu acompanhei alguém que recusou entrar em uma empresa revolucionária porquê a Microsoft lhe ofereceu 30 mil dólares por ano a mais — essa foi uma decisão terrível. Ele não criará coisas interessantes e não trabalhará com pessoas inteligentes. Há alguns anos, quando é tempo de algo novo, as opções na frente dele serão bem piores do que poderiam parecer.

Se você começar uma empresa, apenas faça se você tiver uma idéia que você esteja apaixonado. Se você estiver conversando com seus amigos tentando ter uma idéia, eu penso que você não deve abrir uma empresa (embora muitos não concordem comigo). Iniciar uma startup falida é menos pior que entrar em uma empresa falida como um funcionário (e você certamente irá aprender muito mais). Se você falhar em uma idéia que você realmente amou e poderia ter sido ótimo, é improvável que você se arrependa, e as pessoas não vão usar isso contra você. Falhar em uma startup copywat é pior. Lembre-se, haverão várias oportunidades de iniciar uma empresa e startups são um compromisso de 6 à 10 anos — espere para a correta.

Um grande benefício de iniciar uma empresa é, geralmente, o caminho de aprender o máximo no menos espaço de tempo. Um grande contra é que é fácil iniciar uma empresa pelas razões erradas — geralmente, do modo que você diz que você está começando uma empresa — e isso fica mais fácil de imaginar seu julgamento.

Não importa o que você escolha, mantenha suas finanças pessoais e minimize os seus compromissos. Eu tenho visto um monte de pessoas que perdem ótimas oportunidades porquê elas não podem aguentar uma redução salarial ou porquê elas não podem mudar ou não possuem tempo.

Pense sobre risco da maneira correta. Drew Houston fez um ótimo discurso de formatura, em que ele disse que você deve estar certo apenas uma vez. O risco é de não entrar no caminho onde você estará certo no momento crítico.

Obrigado para Lachy Groom e Nick Sivo por lerem os rascunhos disso.

[1] Algumas vezes, uma 4ª opção é de ser um VC. Geralmente, isso é um erro — a melhor maneira de se tornar um VC é de não triturar o seu caminho subindo pelas escadas desde o nível de estagiário. Mesmo se você quer se tornar um VC, você será muito melhor se iniciar ou se juntar à uma startup, e conseguir ofertas de parceiros quando você tiver 28 anos. Bônus, bons fundadores querem trabalhar com um investidor com experiência operacional.

[2] Interessantemente, ninguém está considerando ir para à academia.

Quais problemas resolver? por Richard Feynman

Texto original disponível em:
http://genius.cat-v.org/richard-feynman/writtings/letters/problems

Traduzido por Gustavo De Mari Pereira

Um ex-aluno, que também foi uma vez estudante de Tomonaga, escreveu para conceder seus parabéns. Feynman respondeu, perguntando ao Sr. Mano o que ele estava fazendo naquele momento. A resposta foi: “estudando a teoria da Coerência com algumas aplicações para ondas de propagação eletromagnéticas em atmosferas sob turbulência…um tipo de problema humilde e real.”

Caro Koichi,

Estou bastante feliz em ouvir você, e também de que você possui essa posição no laboratório de pesquisa. Infelizmente, sua carta me entristeceu porquê você me parece realmente triste. Parece que a influência do seu professor lhe deu a falsa idéia do que são os problemas que valem à pena. Os problemas que valem à pena são aqueles que você pode realmente resolver ou ajuda à resolver, aqueles que você realmente pode contribuir com algo. Um problema é grande na ciência se ele está diante de nós sem solução e vemos alguma maneira de fazermos algum progresso nele. Eu aconselharia você a pegar problemas mais simples, ou como você disse, humildes, enquanto você busca algo que possa resolver facilmente, não importa o quão trivial. Você terá o prazer do sucesso e de ajudar seus companheiros, mesmo se for apenas responder uma questão na mente de um colega menos capaz do que você. Você não deve tirar de você esses prazeres, porquê você tem uma idéia errônea do que vale à pena.

Você me encontrou no auge da minha carreira, quando eu parecia com você, me preocupando com problemas próximos dos deuses. Mas ao mesmo tempo, eu tinha um outro estudante PhD (Albert Hibbs), era como se tivesse asas soprando ondas sobre o mar. Eu aceitei ele como estudante porquê ele veio à mim com o problema que ele queria resolver. Com você, eu cometi um erro, eu lhe dei um problema ao invés de fazer com que você buscasse o seu; e deixar você com a ideia errada do que é interessante ou agradável ou importante para se trabalhar (ou seja, aqueles problemas que você vê, você pode fazer algo sobre). Sinto muito, me desculpe. Eu espero que com essa carta, corrija isso um pouco.

Eu trabalhei em inumeráveis problemas que você poderia chamar de humildes, mas o que eu gostei e me senti muito bem foi porquê alguma vezes eu poderia ter sucesso parcialmente.
Por exemplo, experimentos no coeficiente de fricção em superfícies altamente polidas, para tentar aprender algo sobre como a fricção funciona (falha). Ou, como propriedades elásticas de cristais depende das forças entre os átomos neles, ou como transformar uma vara de metal galvanizado em objetos plásticos (como botões de rádio). Ou, difusão de nêutrons em Urânio. Ou, reflexão de ondas eletromagnéticas em películas de vidro revestidas. O desenvolvimento de ondas de choque em explosões. O desenho de um contador de nêutrons. Porquê alguns elementos capturam elétrons de órbitas L, mas não de órbitas K. Teoria geral de como dobrar papel para fazer um certo tipo de brinquedo (chamado de flexágono). Os níveis de energia em núcleos leves. A teoria da turbulência (Eu gastei diversos anos nisso sem sucesso). Mais todos os “grandes” problemas da teoria quântica.

Nenhum problema é tão pequeno ou tão trivial se nós podemos realmente fazer algo com ele.

Você diz que é um homem sem nome. Você não é para a sua mulher e para o seu filho. Você não vai permanecer assim se puder responder às simples perguntas que os seus colegas imediatos fizerem quando forem ao seu escritório. Você não é um homem sem nome para mim. Não permaneça como um homem sem nome, por você – seria uma forma muito triste de ser. Agora, busque o seu lugar no mundo e evolua bastante, não em termos dos seus ideais ingênuos da sua infância, nem em termos dos ideais errôneos que você imagina que seu professor tem.

Boa sorte e felicidades.
Sinceramente, Richard P. Feynman.

Idéias para Startups

Artigo original em http://paulgraham.com/ideas.html
Por Paul Graham

Traduzido por Gustavo De Mari Pereira

Outubro 2005

(Esse ensaio deriva de uma palestra na Startup School de 2005)

Como você tem boas ideias para startups? Essa é provavelmente a questão número um que fazem a mim.

Eu gostaria de responder com uma outra questão: Porquê as pessoas pensam que é difícil ter idéias para startups?

Isso parece uma coisa estúpida de perguntar. Porquê eles pensam que é difícil? Se pessoas não podem fazer isso, então é difícil, pelo menos para eles. Certo?

Bem, talvez não. O que as pessoas usualmente dizem é que não é que eles não conseguem pensar em idéias, mas que eles não tem nenhuma. E isso não é a mesma coisa. Pode ser que a causa deles não terem idéias é que eles nunca tentaram ter idéias.

Eu penso que esse é o caso mais frequente. Eu penso que as pessoas acreditam que vir a mim com idéias de startups é muito difícil — isso deve ser muito díficil — e então elas simplesmente não tentam. Elas assumem que ideias são como milagres: Elas estalam em sua cabeça ou não.

Eu também tenho uma teoria sobre o porquê as pessoas pensam isso. Elas supervalorizam idéias. Elas pensam que criar uma startup é apenas implementar uma fabulosa idéia inicial. Partindo de que uma startup bem sucedida vale milhões de dólares, uma boa idéia é, portanto, uma idéia de milhões de dólares.

Se uma idéia de startup equivale a uma idéia de milhões de dólares, então é claro que vai parecer difícil. Tão difícil que incomoda tentar. Nossos instintos nos dizem que alguma coisa tão valorosa não estará disponível para qualquer um descobrir.

Na realidade, idéias de startup não são idéias de milhões de dólares, e aqui vai um experimento que você pode tentar para provar isso: tente vender uma. Nada evolui mais rápido que mercados. O fato é que não há mercado para idéias de startups que aparentemente não possuem demanda. Isso significa, no sentido estrito da palavra, que ideias de startup são inúteis.

Questões

O fato é, a maioria das startups terminam com nada mais que a idéia inicial. Seria mais próximo da verdade dizer que o maior valor da sua idéia inicial está no processo de descoberta que ela é falha, e ir em busca da idéia real.

A idéia inicial é apenas o ponto inicial — não um modelo, mas uma questão. Isso irá ajudar se for expresso da seguinte forma. Ao invés de sair dizendo que a sua idéia é criar uma planilha web colaborativa, dizer: alguém pode criar uma planilha web colaborativa? Alguns poucos ajustes gramaticais, e uma idéia lamentavelmente incompleta se torna uma questão promissora a ser explorada.

Há uma diferença real, porquê a afirmação provoca objeções, de uma maneira que questões não. Se você falar: Eu irei criar uma planilha web, as críticas –a mais danosas em sua mente– serão imediatamente respondidas que você vai competir com a Microsoft, que você não pode entregar a UI que as pessoas querem, que os usuários não vão querer seus dados nos seus servidores e por aí vai.

Uma questão não parece tão desafiadora. Ela parece mais com: Vamos fazer uma planilha web e ver quão longe iremos. E todo mundo sabe que se você tentar, você poderá criar algo útil. Talvez você teria terminado não fazendo uma planilha. Talvez seria uma nova ferramenta para colaboração em planilhas que não possui um nome ainda. Você não havia pensado em algo, exceto à sua maneira.

Tratar uma idéia de startup como uma questão muda o que você está procurando. Se uma idéia é um modelo, ela tem que estar certa. Mas se for uma questão, poderá estar errada, pode estar tão errada que levará a novas idéias.

Uma forma valiosa de uma idéia estar errada é de ser apenas uma solução parcial. Quando alguém está trabalhando em um problema que parece muito grande, eu sempre pergunto: Há alguma maneira de abocanhar uma pequena parte do problema, e depois gradualmente expandir a partir disso? Isso geralmente irá funcionar, exceto se você travar em um máximo local, como o estilo da AI ou C no anos 1980.

Contra o vento

Até agora, nós reduzimos o problema de pensar em uma idéia de um milhão de dólares para pensar em uma questão errada. Isso não parece difícil, parece?

Para gerar essas questões você precisa de duas coisas: estar familiarizado com promissoras novas tecnologias e ter o tipo certo de amigos. Novas tecnologias são os ingredientes e conversas com os amigos são a cozinha para cozinhar as idéias de startups.

Universidades possuem ambos, e é por isso que muitas startups crescem dentro delas. Elas estão cheias de novas tecnologias, porquê estão tentando produzir pesquisa, e apenas coisas que são novas contam como pesquisa. E elas estão cheias do tipo certo de pessoas para se ter ideias: os outros estudantes, aqueles que não são apenas inteligentes mas também possuem uma mentalidade flexível à falhas.

O extremo oposto são os empregos de grandes empresas que pagam bem mas são chatos. Grandes empresas são tendenciosas quanto a novas tecnologias, e pessoas que você encontrou lá estarão erradas também.

Em um ensaio eu escrevi para estudantes do ensino médio, eu disse que uma regra de ouro é ficar contra o vento –trabalhar em coisas que aumentam suas opções futuras. Esse princípio se aplica a adultos também, embora ele precise ser modificado: mantenha-se contra o vento, o mais longe que puder, depois desconte o potencial de energia que você acumulou quando você precisar pagar pelas crianças.

Eu não penso que pessoas conscientemente notam isso, mas a razão de que trabalhos a favor do vento pagam tão bem, como trabalhar com Java em um banco, é pelo fato de estarem a favor do vento.

O preço de mercado por esse tipo de trabalho é alto pelo fato de lhe dar poucas opções para o futuro. Um trabalho que deixa você trabalhar em excitantes novidades tende a pagar menos, porquê parte da compensação é a de que você aprenderá novas habilidades.

Pós graduação é o outro extremo do espectro de um trabalho de codificação em uma grande empresa: o salário é baixo, mas você passa a maior parte do seu tempo trabalhando em novo material. E, claro, ele é chamado de “escola”, o que torna isso bem claro para todos, embora, de fato, todos os trabalhos são alguns percentuais da escola.

Não necessariamente o ambiente correto para ter ideias de startup é na universidade. Ele só tem que ser uma situação de grande percentual da escola.

É óbvio o porquê você quer exposição a novas tecnologias, mas porquê você precisa de outras pessoas? Você não pode pensar sozinho em novas idéias? Uma resposta empírica é: não. Mesmo Einstein precisava de pessoas para trocar idéias. Idéias são desenvolvidas no processo de explicação delas para os tipos certos de pessoas. Você precisa de resistência, assim como um escultor precisa da resistência da madeira.

Essa é uma das causas que a Y Combinator tem uma regra sobre investir em startups com apenas um fundador. Praticamente, toda a companhia de sucesso possui ao menos dois. E porquê fundadores de startup trabalham sobre grande pressão, é crítico que eles sejam amigos.

Eu não percebi isso até o momento em que estava escrevendo isso, mas isso pode ajudar a explicar porquê há tão poucas fundadoras mulheres. Eu li na Internet (então isso deve ser verdade) que apenas 1.7% das startups que são apoiadas por VCs são fundadas por mulheres. O percentual de mulheres hackers é pequeno, mas não tão pequeno. Porquê então a discrepância?

Quando você percebe que startups bem sucedidas tendem a ter múltiplos fundadores que já são amigos, uma possível explicação emerge. Os melhores amigos das pessoas tendem a ser do mesmo sexo, e se um grupo é minoria de uma população, pares deles serão uma minoria ao quadrado. [1]

Rabiscar

O que esse grupo de co-fundadores fazem juntos é mais complicado do que apenas ficar sentado e tentando ter idéias. Eu suspeito que a configuração mais produtiva é uma espécie de sanduíche juntos-sozinho-juntos. Juntos você fala sobre um problema difícil, provavelmente chegando a lugar nenhum. Depois, na próxima manhã, um de vocês tem no banho a idéia de como resolver. Ele corre rapidamente para dizer aos outros, e juntos eles trabalham nas dobras.

O que acontece no chuveiro? Me parece que as idéias apenas surgem na minha cabeça. Nós podemos dizer mais que isso?

Tomar um banho é como uma maneira de meditar. Você está alerta, mas não há nada que distrai você. Em uma situação como essa, onde sua mente é livre para voar, que aparece novas idéias.

O que acontece quando sua mente voa? Pode ser como rabiscar. A maioria das pessoas possuem características de rabiscar. Esse hábito é inconsciente, mas não aleatório. Eu descobri os meus rabiscos mudando após eu estudar pintura. Eu comecei a criar um tipo de gesto que eu havia feito se eu tivesse desenhando a minha vida. Eles eram átomos de desenhos, mas organizados de forma aleatória. [2]

Possivelmente deixar sua mente voar é como rabiscar ideias. Você tem certos gestos mentais que você aprendeu no seu trabalho, e você não está prestando atenção, você se mantém fazendo os mesmo gestos, mas um tanto aleatório.

Convenientemente, assim como eu estou escrevendo isso, minha mente voou: será útil possuir metáforas em uma linguagem de programação? Eu não sei; Eu não tenho tempo para pensar nisso. Mas é conveniente porquê esse é um exemplo de que eu penso sobre hábitos da mente. Eu gasto bastante tempo pensando sobre o design da linguagem, e o meu hábito de sempre perguntar “x será útil em uma linguagem de programação” foi chamado.

Se novas idéias aparecem como rabiscos, isso pode explicar o porquê você tem que trabalhar em alguma coisa por um tempo para antes de tê-la. Não é apenas que você não pode julgar idéias enquanto não for um expert em uma área. Você não vai mesmo criar idéias, porquê você não tem hábitos da mente que as chame.

Claro que os hábitos da mente que você estimula em uma certa área não precisa ser derivado de trabalhar naquela determinada área. De fato, é sempre melhor se assim não for. Você não está apenas procurando por boas idéias, mas por boas novas idéias, e você tem uma melhor chance de criá-las se você combinar coisas de áreas distantes. Como hackers, um dos seus hábitos de mente é de perguntar, alguém pode tornar x open-source? Por exemplo, e se você fazer um sistema operacional open-source? Uma boa idéia, mas não muito romântica. Enquanto que se você perguntar, posso fazer um jogo open-source? você pode estar em algo.

São alguns tipos de trabalho as melhores fontes de hábitos da mente do que outros? Eu suspeito que áreas mais difíceis são melhores fontes, porquê para atacar problemas difíceis você precisa de poderosas soluções. Eu achei que matemática é uma boa fonte de metáforas –boa o suficiente que vale a pena estudar apenas por isso. Áreas correlatas são boas fontes, especialmente quando elas estão relacionadas de formas inesperadas. Todo mundo sabe que ciência da computação e engenharia elétrica estão relacionadas, mas precisamente porquê todo mundo sabe disso, trazer idéias de uma área para outra não gera grandes lucros. É como trazer algo de Wisconsin para Michigan. Enquanto que (eu afirmo) hacking e pintura também são relacionadas, no sentido que hackers e pintores são igualmente makers, e a fonte de novas idéias são praticamente territórios virgens.

Problemas

Na teoria, você pode juntar idéias de forma aleatória e ver o que acontece. E se você construísse um site de relacionamentos peer-to-peer? Seria útil ter um agendamento automático? Você pode tornar teoremas em uma commodity? Quando você monta idéias de maneira aleatória como essa, elas não podem ser apenas estúpidas, mas semânticamente mal formadas.
O que significa tornar teoremas em commodity? Você me pegou. Eu não pensei naquela idéia, apenas no nome.

Você poderia vir com algo útil nessa maneira, mas eu nunca tenho. É como saber que uma escultura fabulosa está escondida em um bloco de mármore, e tudo que você tem que fazer é remover a mármore que não é parte dela. É um pensamento encorajador, porquê ele lembra que você tem uma resposta, mas não é o tanto para ser utilizada em pŕatica porquê o espaço de busca é muito grande.

Eu percebi que para ter boas idéias eu tenho que trabalhar em algum problema. Você não pode iniciar do aleatório. Você tem que iniciar a partir de um problema, depois você deixa sua mente voar longe o suficiente para formar novas idéias.

De certo modo, é mais difícil enxergar soluções do que os problemas. A maioria das pessoas prefere permanecer negando sobre seus problemas. É óbvio o porquê: problemas são irritantes. Eles são problemas! Imagine se as pessoas em 1700 viam as suas vidas como nós o vemos. Seria insuportável. Essa negação é uma força poderosa, e mesmo quando são apresentadas possíveis soluções, pessoas frequentemente preferem acreditam que elas não funcionam.

Eu vi esse fenômeno quando eu trabalhei em filtros de spam. Em 2002, a maioria das pessoas preferiam ignorar o spam, e a maioria que preferia não acreditar em filtros heurísticos, até que estavam disponíveis e eram o melhor que você podia fazer.

Eu achava os spams intoleráveis, e eu sentia que era possível identificar estatisticamente. E se tornou em tudo que precisava para o problema ser resolvido. O algoritmo que usei era ridiculamente simples. Qualquer um que realmente tivesse tentado resolver o problema teria descoberto. Era apenas que ninguém realmente tinha tentado resolver o problema. [3]

Deixe-me repetir essa fórmula: encontrar o problema intolerável e sentir que é possível resolvê-lo. Simples como parece, essa é a formula para um monte de idéias de startup.

Riqueza

Até agora, a maioria do que eu falei se aplica para idéias em geral. O que é especial para idéias de startup? Idéias de startup são idéias para empresas, e empresas devem fazer dinheiro. E a maneira de fazer dinheiro é fazer algo que as pessoas querem.

Riqueza é o que as pessoas querem. Eu não quero dizer isso no significado de uma declaração filosófica; Eu digo isso no significado de redundância.

Assim uma idéia para startup é uma idéia de alguma coisa que as pessoas querem. E boa idéia qualquer não são o que as pessoas querem? Infelizmente, não. Eu penso que novos teoremas são boas maneiras de criar, mas não possuem grande demanda para eles. Enquanto que, aparentemente, há uma grande demanda para revistas de fofocas de celebridades. Riqueza é definida democraticamente. Boas idéias e idéias valiosas não são a mesma coisa; a diferença está nos gostos individuais.

Mas, idéias valiosas estão bem próximas de boas idéias, especialmente na tecnologia. Eu penso que elas estão tão próximas que você pode ir longe com o trabalho se o objetivo for descobrir novas idéias, contanto, no estágio final, você pare e pergunte: as pessoas irão pagar por isso?
Apenas algumas idéias são suscetíveis a irem longe e depois são derrubadas; calculadoras RPN são um bom exemplo.

Uma maneira de fazer algo que as pessoas querem é olhar para o que as pessoas utilizam atualmente mas são falhas. Sites de encontros são um exemplo primoroso. Eles possuem milhares de usuários, então eles estão entregando algo que as pessoas querem. E ainda assim, eles funcionam de uma maneira horrível. Apenas pergunte há alguém que os use. É como tivessem usado de uma maneira o quão pior é melhor, mas pararam depois do primeiro estágio e moveram as coisas para os marqueteiros.

Com certeza, a mais óbvia ruptura em média na vida um usuário de computador é o Windows. Mas isso é um caso especial: você não pode defender um monopólio em um ataque frontal. Windows pode ser e será derrubado, mas não dando as pessoas um melhor sistema operacional para desktops. A maneira de matá-lo é redefinir o problema como um superconjunto do atual. O problema não é, qual o sistema operacional as pessoas devem utilizar em computadores desktop? mas como as pessoas devem utilizar aplicações? Há respostas para essa questão que não envolvem computadores desktop.

Todo mundo pensa que a Google irá resolver esse problema, mas é muito sutil, tão sutil que uma grande empresa como a Google pode resolvê-lo errado. Eu penso que as probabilidades são maiores que 50-50 que o matador do Windows –ou mais precisamente, o transcedente do Windows– virá de uma pequena startup.

Uma outra clássica maneira de fazer algo que as pessoas querem é de pegar luxúria e torna-lá uma commodity. As pessoas devem querer algo se elas pagarem muito por aquilo. E é um produto muito raro que não pode se tornar drasticamente barato se você tentar.

Esse é o plano de Henry Ford. Eles fez carros, que foi um item de luxúria, em uma commodity. Mas a idéia é muito mais antiga que Henry Ford. Moinhos de água transformaram a luxúria da energia mecânica em uma commodity, e eles usaram no império Romano. Indiscutivelmente, o pastoralismo transformou a luxúria em commodity.

Quando você faz algo mais barato, você pode vender mais. Mas se você fazer algo drasticamente mais barato, você sempre tem mudanças qualitativas, porquê as pessoas começam a usar de maneiras diferentes. Por exemplo, quando os computadores forem tão baratos que a maioria das pessoas poderão ter o seu, você pode utilizá-los como dispositivos de comunicação.

Sempre que quiser tornar algo drasticamente mais barato você precisará redefinir o problema. O modelo T não possui todos os recursos os carros anteriores tinham. Ele apenas veio em preto, por exemplo. Mas ele resolveu o problema que as pessoas se preocupavam muito, que estava indo de um lugar para o outro.

Um dos hábitos mais úteis que eu sei, eu aprendi com Michael Rabin: a melhor maneira de resolver um problema é sempre redefini-lo. Muitas pessoas utilizam essa técnica sem estarem conscientes disso, mas Rabin foi espetacularmente explícito. Você precisa de um grande número primo? Aqueles são muito caros. E se eu lhe der um grande número que apenas tem a chance de 10 menos 100 de não ser primo? Isso faria? Bem, provavelmente; Eu quero dizer, provavelmente é menor a chance de que eu imaginaria tudo isso de qualquer maneira.

Redefinindo o problema é uma suculenta heurística particular quando você tem competidores, porquê é tão difícil as pessoas que possuem uma mente rígida seguir. Você pode trabalhar à vista e não perceber o perigo. Não se preocupe conosco. Nós estamos apenas trabalhando na busca. Faça uma coisa e faça isso bem, esse é o nosso lema.

Fazer coisas mais baratas é um subconjunto de uma técnica mais geral: fazer as coisas mais fáceis. Por um longo tempo, era mais como fazer as coisas mais fáceis, mas agora as coisas que criamos são tão complicadas que há um outro subconjunto que está crescendo rápidamente: fazer as coisas mais fáceis de usar.

Essa é uma área que há uma grande sala para melhorias. O que você quiser falar sobre tecnologia é: apenas funciona. Quão frequentemente você fala isso?

Simplicidade necessita esforço –gênio, mesmo. Um programador mediano parece produzir designs de UI, quase propositalmente, ruins. Eu estava tentando usar o fogão na casa da minha mãe algumas semanas atrás. Era um fogão novo, e ao invés de botões de físicos ele tinha botões e um display de LED. Eu tentei pressionar alguns botões, pensei que iria esquentar, e o que ele disse? “Err.” Nem sequer “Error.” “Err.” Você não pode apenas dizer “Err” para um usuário de fogão. Você deve fazer o design da UI para que esses erros sejam impossíveis. E o estúpidos que fizeram o design desse fogão tinha um exemplo de UI para trabalharem: a antiga. Você mexe um botão para ajustar a temperatura e outro para definir o tempo. Qual o problema com isso? Apenas funcionava.

Isso parece, para o engenheiro mediano, mais opções significam mais corda para se enforcar. Então, se você quer iniciar uma startup, você quase pode pegar toda a tecnologia produzida por uma grande empresa, e assumir que você pode construir algo mais fácil de utilizar.

Design para saída

Sucesso para uma startup é aproximadamente igual a ser comprada. Você precisa de algum tipo de estratégia para a saída, porquê você não pode pegar as pessoas mais espertas para trabalhar com você sem lhe dar opções que valem alguma coisa. Isso significa também que você deve ser comprado ou ir para público, e o número de startups que vão a público são bem pequenas.

Se o sucesso provavelmente significa ser comprado, você deve fazer disso um objetivo consciente? A velha resposta é não: você devia fingir que você queria criar uma gigante, empresa aberta, e agir surpreso quando alguém lhe fazer uma oferta. Realmente, você quer nos comprar? Bem, eu suponho que nós iremos considerar, pelo preço correto.

Eu penso que as coisas estão mudando. Se 98% do tempo, sucesso significa ser comprado, porquê não ser aberto quanto a isso? Se 98% do tempo você estiver fazendo uma especificação de desenvolvimento de produto para uma grande empresa, porquê não pensar nisso como uma tarefa? Uma vantagem dessa abordagem é que ela te dá outras fontes de idéias: olhar para as grandes empresas, pensar no que elas deveriam estar fazendo, e fazer você mesmo. Mesmo se eles já sabem disso, você provavelmente irá terminar mais rápido.

Apenas esteja certo que fazer algo que múltiplos compradores querem. Não conserte o Windows, porquê o único potencial comprador é a Microsoft, e quando há apenas um comprador, eles não tem que correr. Eles podem pegar um tempo e copiar você ao invés de te comprar. Se você quer ganhar preço de mercado, trabalhe em algo em que há competição.

Se um crescente número de startups são criadas para fazer especificação de produtos, será natural o contrabalanceamento de monopólios. Uma vez que algum tipo de tecnologia é capturada pelo monopólio, ele apenas vai evoluir em taxas de grandes empresas ao invés de taxas de startups, enquanto que as alternativas irão evoluir em uma velocidade especial.
O livre mercado interpreta o monopólio como dano e rotas em volta.

A rota do Woz

A maneira mais produtiva de gerar idéias de startup é também as que soam mais improváveis: por acidente. Se você olhar como startups famosas começaram, muitas delas inicialmente não pensavam em ser startups.
Lotus começou com um programa que Mitch Kapor escreveu para um amigo. Apple começou porquê Steve Wozniak queria construir microcomputadores, e seu patrão, Hewlett-Packard, não deixava fazê-lo durante o trabalho. Yahoo começou com a coleção pessoal de links de David Filo.

Essa não é a única maneira de começar startups. Você pode sentar e conscientemente vir com uma idéia para uma empresa; nós fizemos. Mas, mensurar o valor total de mercado, o modelo construa algo para você mesmo, pode ser mais frutífero. É certamente a maneira mais divertida de ter idéias para startup. Partindo de que uma startup deve ter múltiplos fundadores que já foram amigos antes de decidir que devem iniciar uma empresa, a surpreendente conclusão é que a melhor maneira de gerar idéias de startup é fazer o que hackers fazem por diversão: cozinhar hacks divertidos com os seus amigos.

Parece que isso viola algum tipo de lei conservadora, mas aqui vai: a melhor maneira de ter uma “idéia de milhões de doláres” é apenas fazer o que hackers gostam de fazer de qualquer maneira.

Notas

[1] Esse fenômeno pode explicar o número de discrepâncias atualmente culpadas pelos ismos esquecidos. Nunca atribua a malícia o que pode ser explicado com matemática.

[2] Muito do expressionismo abstrato clássico são rabiscos desse tipo: artistas treinados para pintar da vida usando os mesmos gestos, mas sem usá-los para representar qualquer coisa. Isso explica porquê muitas pinturas são (levemente) mais interessantes que marcas aleatórias seriam.

[3] Bill Yerazunis resolveu o problema, mas chegou aqui por um outro caminho. Ele fez um classificador genérico de arquivos tão bom que também funcionou para o spam.

Instalando R Studio Desktop no Ubuntu

Para quem não conhece, R Studio é uma IDE (Ambiente Integrado de Desenvolvimento) para R que tem sido bastante utilizada, pois ajuda bastante na produtividade para criação de seus projetos com R.

Veremos que para instalar ele no Ubuntu é bem simples.

Primeiramente, para instalarmos o R Studio precisamos ter o R já instalado, caso você não tenha o R instalado, dê uma olhada nesse post que eu explico de uma maneira simples e rápida para você instalar.

Depois de ter o R instalado, faça o download do R Studio IDE no link abaixo
http://www.rstudio.com/ide/download/desktop

Terminado o download, abra o seu terminal no ubuntu e vá até a pasta onde está o arquivo do R Studio IDE que você baixou.

cd Downloads/

E depois instale usando o seguinte comando:

sudo dpkg -i rstudio-0.98.507-amd64.deb

Após a instalação, pode ter ocorrido algum erro de dependência, caso tenha sido seu caso, é só executar o comando abaixo que ele ajustará:

sudo apt-get -f install

Feito isso, o R Studio IDE estará instalado, para executar ele é só executar o comando:

rstudio

E pronto, você instalou o R Studio IDE :)

Instalando R no Ubuntu

Criei esse post para ajudar algumas pessoas que estão procurando uma instalação mais objetiva do que o documento disponível no site do R.

Antes de começar, há uma documentação disponível no próprio site do R explicando todos os passos da instalação em inglês.

Pois bem, para instalação do R no Ubuntu, você terá apenas que executar as 2 instruções abaixo:

sudo apt-get update
sudo apt-get install r-base

Depois disso, para executar o R é só executar o seguinte código:

R

E pronto, você receberá uma mensagem desse tipo:

usuario@pc:~$ R

R version 3.0.1 (2013-05-16) -- "Good Sport"
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Uma surpreendente constatação sobre motivação

Muitas vezes, associamos motivação com recompensas, que por sua vez, acabamos associando diretamente com dinheiro.

Mas…

Será que o dinheiro sempre motiva as pessoas?

Será que dinheiro é a melhor forma de motivar as pessoas?

No excelente curso de Gamification que fiz pelo Coursera são tratados diversos pontos sobre estratégias de design de jogos, incluindo um tema muito interessante de como motivar os jogadores. Nessa parte do curso, é apresentado um tema que me chamou muito atenção que é a Teoria da Autodeterminação.

Teoria da autodeterminação (“SDT”) é uma teoria macro da motivação humana e da personalidade sobre as escolhas que as pessoas fazem sem qualquer interferência e influência externa, indicando o grau em que o comportamento de um indivíduo é auto-motivado e auto-determinado. (Adaptado de: Wikipedia)

No contexto dessa teoria, há um ponto principal: a divisão entre a motivação que vem de dentro de você (intrínseca) e aquela que vem de fontes externas (extrínseca).

E a partir dessa teoria, Dan Pink chegou em uma surpreende constatação sobre motivação, em que na maioria dos casos, dinheiro definitivamente não é a melhor forma de motivar as pessoas.

Interessante né?

E essa surpreende constatação sobre motivação é apresentada por ele em uma bem humorada TED Talk

Então, em uma breve reflexão enumerei algumas lições que podemos aprender com isso:

  1. Fique bem atento aos interesses de seus colaboradores
  2. Crie um ambiente onde as pessoas tem autonomia
  3. Incentive que as pessoas façam aquilo que gostam para adquirir mais competência
  4. Reconheça pequenas atitudes e um bom trabalho
  5. Equipe motivada, melhores resultados

E depois desses aprendizados, que tal executar aos poucos? ;-)

Iniciativas como essas não exigem muito esforço e contribuem para que não apenas você, mas a sua equipe, atinja um maior grau de maturidade e quem sabe, lhe proporcionar um alto retorno.